sexta-feira, 29 de julho de 2011

Viagem à Santarém/PA e Alter do Chão

Embarcamos no Aeroporto de Manaus em 01 outubro de 2006, exatamente 3 dias após o acidente com o vôo da Gol 1907. Nem precisa dizer que eu fui em pânico.
 Dentro do avião o silêncio era tenebroso, dava pra ouvir a respiração uns dos outros, mas graças à Deus fomos e voltamos em paz.

Chegamos ao aeroporto Internacional de Santarém Maestro Wilson Fonseca que fica a uns 15 Km do centro da cidade e pegamos um táxi pra cidade.


Santarém é uma cidade brejeira e aconchegante, com muitas praças, barzinhos, restaurantes e com  uma orla belíssima de onde se pode apreciar o rio Tapajós também chamado de Rio-Mar devido suas águas cristalinas. O clima é ameno e ensolarado com uma brisa constante devido a proximidade com o rio.

Vista da cidade
 Era cedo e por ser domingo as lojinhas estavam fechadas.
Esta à frente conhecemos depois, na volta, é uma loja grande com artesanatos belíssimos e com um precinho muito bom!

Acordamos bem cedinho e pegamos um táxi pra Alter do Chão a distância é cerca de 30 km de Santarém, por estrada pavimentada (PA-457). 
Já em Alter do Chão, ficamos hospedados em uma pousadinha chamada Tupaiulândia que é de propriedade de uma amiga. O local é bem simples, mas limpinho, bem aconchegante e muito tranquilo. O café da manhã é bem regional: tapiocas, bolos, banana-frita e outras delicias. Os quartos em formato redondo, tipo oca indígena, fazem o estilo chalé rústico


fotos de 2006

Valor das Diárias (http://pousadatupaiulandia.blogspot.com)

 Apartamentos com ar-condicionado, televisão, frigobar.

Valor das Diárias
   1 pessoa:  R$  80,00
   2 pessoas: R$ 90,00
   3 pessoas: R$ 105,00
   4 pessoas: R$ 120,00
   5 pessoas: R$ 150,00
Obs: Com direito a café da manha. Horário das 7:30 às 10:30 a.m



 Caminhamos um pouco e logo estamos na prainha de Alter do Chão que é belíssima e no mês de outubro está bem visível.
A prainha é como uma pequena ilha e pra atravessar pegamos um barco, mas a distancia é minima.

Na praia, tem várias barraquinhas/restaurante que servem peixes e petiscos saborosos.
Imperdível é o bolinho de Piracuí de bodó (peixe muito apreciado na região que é seco, temperado e ralado)...
 A natureza do local é um brinde e um convite ao descanso e à serenidade...

À noitinha a pedida é tomar um delicioso tacacá na pracinha...huuuummm!!!

 Em Santarém existe um Museu diferente: MUSEU DICA FRAZÃO.
É diferente porque sua fundadora ainda vive e transformou a sua casa em museu.
A artesã, modista e estilista Dica Frazão é uma personalidade de Santarém. 
O museu foi aberto em 1999 e apresenta as peças confeccionadas por ela com cascas de arvores, palha de buriti, patchuli e sementes extraídas da Amazônia.
Dona Dica nos conta que suas peças foram presenteadas à rainha Fabíola, da Bélgica, ao Papa João Paulo II, a Juscelino Kubitschek.

 Além de roupas ela também produz quadros belíssimos. Este é todo circundado com moedas antigas....

 Também faz bolsas, leques, carteiras e chapéus que põe à venda no próprio museu.
 Esta é a Dona Dica, uma senhorinha pequenina que sabe como ninguém contar várias histórias de como tudo começou e se ressente por não conseguir passar adiante a sua arte, diz que as meninas de hoje já não se interessam por arte.
 Muito falante Dona Dica não nos dá muito tempo para questioná-la e nos conformamos em apenas ouvir e admirar o seu trabalho.

2 comentários:

  1. Fui em Santarém alguns anos atrás e sempre me agradou a cidade de gente tranquila e acolhedora, mas estou devendo um retorno no período de OUT a JAN, pois dizem que nesse período tem liiiiiindas prais. BJs e estou ansiosa por mais relatos.

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    1. Obrigada por viajar comigo, seja muito bem vindo!

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